E enfim de perto eu enxerguei. Limpei as lágrimas do olhos e abracei o amor. Não conhecia a felicidade, essa alegria que transbordava da alma: só sabia do ódio, da melancolia, das cargas que pesam ao corpo. Mas o amor que muitos julgam inatingível, então, me atingiu. Abracei-o sim; agarrei e não quis mais soltar.
Há algo de errado comigo? O medo de sofrer me deixou.
Estou exposta.
Mas me sinto bem assim: o amor me protege, está me protegendo... até quando?
Há se fosse assim sempre...
2 comentários:
Jac! Preciso repetir que esse então.... poderia ter saído de mim! Que engraçado... tão eu, tão você! Acho que foi o fragmento seu que mais gostei até agora. Tão verdade.
Fiquei híper feliz com o seu comentário Su. Foi de verdade sim, escrevi de coração aberto. Já disse que amo as coisas que você escreve... receber um elogio de você é ótimo =)
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