terça-feira, 11 de maio de 2010

Na proximidade do ser

E enfim de perto eu enxerguei. Limpei as lágrimas do olhos e abracei o amor. Não conhecia a felicidade, essa alegria que transbordava da alma: só sabia do ódio, da melancolia, das cargas que pesam ao corpo. Mas o amor que muitos julgam inatingível, então, me atingiu. Abracei-o sim; agarrei e não quis mais soltar. 
Há algo de errado comigo? O medo de sofrer me deixou. 
Estou exposta. 
Mas me sinto bem assim: o amor me protege, está me protegendo... até quando?

Há se fosse assim sempre...

2 comentários:

Susana Berbert disse...

Jac! Preciso repetir que esse então.... poderia ter saído de mim! Que engraçado... tão eu, tão você! Acho que foi o fragmento seu que mais gostei até agora. Tão verdade.

Jacqueline Mattos disse...

Fiquei híper feliz com o seu comentário Su. Foi de verdade sim, escrevi de coração aberto. Já disse que amo as coisas que você escreve... receber um elogio de você é ótimo =)