Venho me perguntando sobre qual caminho seguir, duvidando sobre o incerto, questionando o duvidoso, e desconfiando do correto. Mas sinto que, de um jeito ou de outro, quando se escolhe um caminho todos os outros são deixados para trás - e não há como caminhar de costas, a vida é uma via de mão-única.
Nao existem possibilidades, existem caminhos e existe uma possibilidade apenas - aquela da sua única escolha, que impreterivelmente precisa deixar as outras possibilidades para trás.
O hipotético é tão inútil - nada se constrói de hipóteses, são os fatos que se empilham para formar a muralha, são os dias, as ações. Não faz sentido viver de possibilidades inexistentes, de conjecturas inférteis.
Tudo são escolhas.