Ah, mas que alívio, eu diria. Receber no penúltimo dia do ano uma aceitação assim tão pacífica e tão reconfortante, só pode ser um sinal de trégua e de paz pelo próximo ano e talvez também pelo resto da vida.
É muito bonito o que eu senti ao ler as palavras de meu pai, sempre tão permanentes sobre mim, sempre tão fortes. Dessa vez, no entanto, soaram leves... soaram como uma brisa de verão que vem para arrastar a alma agora tranquila depois de um inverno tão frio.
O entendimento não se dará de um dia para o outro, mas acredito que ele virá e vai assim poder abrir todas as portas que ainda não foram abertas. O primeiro passo já foi dado, e ter o único apoio de que eu preciso é fundamental.
Era tudo o que eu queria, uma aceitação para que o ano se iniciasse bem por completo. Agora eu a tenho, além de também ter me lembrado do amor do meu pai, do seu carinho por mim e do quanto isso me deixa feliz, pois também o amo infinitamente.
Obrigada - eu agradeço. Foi a melhor coisa que poderia acontecer nesses últimos dias do ano.
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Quase 2014
Estou animada com a chegada de 2014. Me parece que as realizações e resoluções de ano novo sempre nos trazer uma alegria especial, uma esperança meio que renovada e ao mesmo tempo repetida. Todos os anos, quando um novo calendário está prestes a começar, a humanidade se enche de bons sentimentos, e é sempre assim, sempre os mesmos pedidos e metas novas que nem sempre são alcançadas.
Ainda sim, eu gosto de fazer pedidos e renovar minha esperança quando um novo ano está chegando. Uma nova chance nos é dada: iniciar um novo caminho com o pé direito, e que a partir dos primeiros segundos do dia já se comece a nova jornada.
Acredito que amanhã será assim também pra mim. Venho esperando uma nova jornada em 2014: com muita paz, muita calma, e ainda mais amor se é que isso é possível.
2013 me foi muito difícil, mas também muito recompensador - tive dores mas também alegrias, e me sinto muito agradecida por, apesar de tudo, em todos os momentos ter contado com o meu amor que estava sempre do meu lado.
Relevando as minhas dores e sofrimentos, acho que 2013 foi um ano lindo. Foi um ano de companheirismo, amor, e de descobertas. Foi um ano de agitação, mas também de silêncio. Fiz algumas modificações e hoje me sinto diferente, de dentro pra fora - mas quero que outras mudanças aconteçam em 2014. Sinto que 2013 foi uma preparação, uma fase de antecedência, para que então esse ano que está pra chegar seja definitivo.
Já tenho muitas modificações previstas para o ano novo, e sinto que vai ser tudo muito lindo e inovador pra mim. Sinto que estou a me transformar em mim mesma, numa metamorfose interna e íntima.
Quero 2014 logo, quero novos rumos e possibilidades. Quero a mim mesma, e quero o meu amor também (em 2014 e pro resto da eternidade)...
E que venha o ano novo!
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Longe
Venho sentindo uma necessidade interna de não sei o que. Sinto que talvez eu tenha me distanciado de minhas raízes, aquelas que são íntimas e familiares só no meu mundo. As palavras tem se negado para mim, assim como os acordes e arranjos que antes soavam tão mais simples aos meus toques e ouvidos.
O tempo não me fez nada melhor. Foi o que minhas mãos fizeram com o tempo que me transformaram. Não quero mais inércia nenhuma, não quero os segundos se esvoaçando no vento porque disso já basta a vida passando numa cadência difícil de acompanhar por completo.
Sinto que me perdi... Mas eu me perco todos os dias. Perco-me nas multidões de desejos e esperanças que batem forte em meu peito. Perco-me nas decisões e nas insistências, perco-me na rotina que não quero para mim.
Eu não sei bem o eu quero pra falar a verdade, e também ainda não sei quem sou. Mas os dias parecem mais amenos quando deslocamos o foco e talvez seja por isso que estou sempre desatenta.
Minha desatenção me irrita, mas ela é também a minha maior distração.
Fonte da leveza do meu ser, a minha desatenção funciona bem pra mim. Só não quero a inércia, dela já estou cheia.
O tempo não me fez nada melhor. Foi o que minhas mãos fizeram com o tempo que me transformaram. Não quero mais inércia nenhuma, não quero os segundos se esvoaçando no vento porque disso já basta a vida passando numa cadência difícil de acompanhar por completo.
Sinto que me perdi... Mas eu me perco todos os dias. Perco-me nas multidões de desejos e esperanças que batem forte em meu peito. Perco-me nas decisões e nas insistências, perco-me na rotina que não quero para mim.
Eu não sei bem o eu quero pra falar a verdade, e também ainda não sei quem sou. Mas os dias parecem mais amenos quando deslocamos o foco e talvez seja por isso que estou sempre desatenta.
Minha desatenção me irrita, mas ela é também a minha maior distração.
Fonte da leveza do meu ser, a minha desatenção funciona bem pra mim. Só não quero a inércia, dela já estou cheia.
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