sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
É como um tapa na cara, uma picada de abelha, dar conta de que se morre. Não se dar conta, porém, é como andar em círculos… Não funciona de verdade.
Amar funciona e sentir funciona. Cálculos não; São um atraso pra vida da gente, montar planos todos os dias. A fluidez de ser gente é tão mais bela do que as metrificações que alguns usam pra escapar da correnteza, pra remar contra o caminho em que se está.
Já estamos aqui… no mesmo barco, na mesma aventura. Não vejo motivos verdadeiramente razoáveis pra não se entregar e não se deixar levar, por amores fantasiosos ou viagens que não tem fim, por monstros que te puxam pro fundo do lago ou por fadas que ninguém mais vê.
É tudo um emaranhado de fios que nunca se desembaraçam e não tem forma fixa. Nada de valor tem forma fixa. A vida não tem. O amor não tem. A paz… O Universo. E Deus.
Deus é eterno e a eternidade é tão fluida como nossos pensamentos e sonhos. E a realidade que os contorna é o que faz nós também sermos eternos (em nós mesmos e naqueles que amamos).
Porque a morte se afasta, mesmo que por um segundo, do homem que ama verdadeiramente. E depois retorna, mais fraca e menos temida. E é quando se dá conta de que também ela é real, e que pertence ao destino de todos os homens que por aqui já passaram. Como nós…
Amar funciona e sentir funciona. Cálculos não; São um atraso pra vida da gente, montar planos todos os dias. A fluidez de ser gente é tão mais bela do que as metrificações que alguns usam pra escapar da correnteza, pra remar contra o caminho em que se está.
Já estamos aqui… no mesmo barco, na mesma aventura. Não vejo motivos verdadeiramente razoáveis pra não se entregar e não se deixar levar, por amores fantasiosos ou viagens que não tem fim, por monstros que te puxam pro fundo do lago ou por fadas que ninguém mais vê.
É tudo um emaranhado de fios que nunca se desembaraçam e não tem forma fixa. Nada de valor tem forma fixa. A vida não tem. O amor não tem. A paz… O Universo. E Deus.
Deus é eterno e a eternidade é tão fluida como nossos pensamentos e sonhos. E a realidade que os contorna é o que faz nós também sermos eternos (em nós mesmos e naqueles que amamos).
Porque a morte se afasta, mesmo que por um segundo, do homem que ama verdadeiramente. E depois retorna, mais fraca e menos temida. E é quando se dá conta de que também ela é real, e que pertence ao destino de todos os homens que por aqui já passaram. Como nós…
terça-feira, 22 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Será a morte o único escape?
E eis o mistério que me move… Saber que todos os dias que me restam serão exatamente iguais e ainda em todo diferentes, mutáveis e infinitos.
Não me sinto feliz hoje, mas talvez porque a felicidade seja um sentimento constante e eu esteja enganada. Eu não me sinto alegre. Não há nada que esteja me fazendo sorrir e o mundo parece estar fechado pra mim.
Mas o amor - que é constante já em seu próprio significado - não me deixa esvaziar assim tão facilmente. As amizades se vão, as utopias se perdem na ociosidade dos dias que caminham lentamente. O que resta são as incertezas desses dias dos quais nada sabemos, somente que serão assim, iguais.
Mas a vida implora pra que eu continue, e as diferenças são o que fazem ser tudo assim maravilhoso. As cicatrizes que clareiam na pele deixam espaços para novos tombos e assim segue o mundo.
O meu mundo, no entanto, gira um pouco mais devagar. Tudo parece mais triste e as órbitas dos planetas externos a mim não mentem mais - é o meu próprio eixo que disfarçadamente pende um pouco pro lado e desestabiliza todo o resto do meu (Uni)verso.
Eu começo a achar que preciso de ajuda. Não há mais a quem recorrer porque todos já estão alheios a minha condição - e eu também. Todos os meus escapes escaparam de mim, e eu preciso de muito mais pra preencher esse vazio que é como um anexo da própria existência humana. Declaro-o como Vazio existencial, um fardo que todos os homens de Deus carregam. Porque é assim a existência, é terrena, perene. Cada dia mais faço-me crer na beleza dos céus… e no infinito que rege não só o meu Universo, mas todos os outros.
Será a morte o único escape?
Não me sinto feliz hoje, mas talvez porque a felicidade seja um sentimento constante e eu esteja enganada. Eu não me sinto alegre. Não há nada que esteja me fazendo sorrir e o mundo parece estar fechado pra mim.
Mas o amor - que é constante já em seu próprio significado - não me deixa esvaziar assim tão facilmente. As amizades se vão, as utopias se perdem na ociosidade dos dias que caminham lentamente. O que resta são as incertezas desses dias dos quais nada sabemos, somente que serão assim, iguais.
Mas a vida implora pra que eu continue, e as diferenças são o que fazem ser tudo assim maravilhoso. As cicatrizes que clareiam na pele deixam espaços para novos tombos e assim segue o mundo.
O meu mundo, no entanto, gira um pouco mais devagar. Tudo parece mais triste e as órbitas dos planetas externos a mim não mentem mais - é o meu próprio eixo que disfarçadamente pende um pouco pro lado e desestabiliza todo o resto do meu (Uni)verso.
Eu começo a achar que preciso de ajuda. Não há mais a quem recorrer porque todos já estão alheios a minha condição - e eu também. Todos os meus escapes escaparam de mim, e eu preciso de muito mais pra preencher esse vazio que é como um anexo da própria existência humana. Declaro-o como Vazio existencial, um fardo que todos os homens de Deus carregam. Porque é assim a existência, é terrena, perene. Cada dia mais faço-me crer na beleza dos céus… e no infinito que rege não só o meu Universo, mas todos os outros.
Será a morte o único escape?
terça-feira, 27 de setembro de 2011
When I grow up
Quando eu crescer eu quero ser exploradora. Quero velejar os oceanos mais distantes e entregar ao mundo todo o meu ser. Vou inventar prazeres que ninguém jamais sentiu... E eles serão inatingíveis – menos por mim. Eu quero uma liberdade sem nome, sem cor, sem direção ou destino. Quero extravasar todos os limites que a matéria me impõe e viajar nos abismos dos meus pensamentos mais bonitos. Quero sentir os grãos de areia, ouvir os pássaros cantarem e as buzinas atrapalharem o meu sono. Penso nos abraços que ganharei e nas lágrimas que vou derrubar. E então eu me contenho. É pura ilusão de uma alma cansada dos desapegos da vida real e de encarar que já cresceu e de que o copo já se esvaziou; de uma alma que não sossega. Porque na verdade minha gravidade me esmaga dentro de mim mesma e nada (não) faz sentido algum... A inquietude dos meus sonhos não me deixa mais despertar, ou viver. Passado, presente, futuro... Paradoxos do tempo e do espaço que me comovem a ponto de me fascinarem e me destruírem.
Onde foi parar a vida?
Quando eu crescer eu quero ser exploradora (Pra poder encontrá-la.)
Onde foi parar a vida?
Quando eu crescer eu quero ser exploradora (Pra poder encontrá-la.)
terça-feira, 5 de julho de 2011
sábado, 12 de março de 2011
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