quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Escolhas

(...) É que no fim, tudo são escolhas. 

Venho me perguntando sobre qual caminho seguir, duvidando sobre o incerto, questionando o duvidoso, e desconfiando do correto. Mas sinto que, de um jeito ou de outro, quando se escolhe um caminho todos os outros são deixados para trás - e não há como caminhar de costas, a vida é uma via de mão-única.

Nao existem possibilidades, existem caminhos e existe uma possibilidade apenas - aquela da sua única escolha, que impreterivelmente precisa deixar as outras possibilidades para trás.

O hipotético é tão inútil - nada se constrói de hipóteses, são os fatos que se empilham para formar a muralha, são os dias, as ações. Não faz sentido viver de possibilidades inexistentes, de conjecturas inférteis. 

Tudo são escolhas.

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