Primeiro mês de 2014: cansaços e felicidades. Não me parece justo o que foi me dado nesse início de ano, tanta agitação pra quem só pedia por paz, mas ao mesmo tempo, tanta esperança.
De doze partes, uma já se perdeu na dimensão do tempo, ficou pra trás, se esvaeceu no deserto dos sonhos e dos segundos vividos.
Mas que engraçado é o tempo... mistério de milênios e eternidades, e de ínfimos momentos, breves como um sorriso.
Comecei 2014 com muitas metas e objetivos, mas só agora percebo - as metas de início de ano são muito mais um desejo de autossatisfação do que objetivos concretos e irrefutáveis. Elas são o último sopro de esperança que resta depois dos últimos 365 dias, e elas gritam por renovação, por ilusões e sonhos.
Apesar de tudo, eu só queria deixar um lembrete a mim mesma: o tempo pode até correr, mas não se apresse - o universo flui sempre no ritmo que deve fluir, e ele traz sempre as mais belas conquistas quando olhamos com calma e gratidão para a vida.
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